7 de outubro de 2022

Notícias em 07/10/2022

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Serra da Bodoquena
Situada no sudoeste do MS, esta serra, estendendo-se por 200 km na direção norte-sul e elevando-se até 800 metros de altitude, faz parte do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, criado em 2000 com 76.481 ha.
Constituída por rochas do Grupo Corumbá, a Serra da Bodoquena, juntamente com outras unidades de relevos residuais da região, representa uma interposição com terrenos antigos entre a Bacia do Paraná e os Pantanais.
Entre 580 milhões e 540 milhões de anos atrás, as rochas do Grupo Corumbá se originaram da sedimentação de carbonato de cálcio produzida pela proliferação de formas primitivas de vida em oceanos resultantes das divisões do supercontinente Rodínia. Entre 530 milhões e 520 milhões de anos atrás, aqueles depósitos carbonáticos foram dobrados no fundo oceânico devido à aproximação das massas continentais. Uma elevada cadeia de montanhas, então, foi soerguida e exposta a processos erosivos, produzindo relevos residuais como a Serra da Bodoquena, no MS, e a Província Serrana, no MT.
O Grupo Corumbá é subdividido, de baixo para cima, nas formações Puga, Cerradinho, Bocaina e Tamengo. Esta última é formada por calcários calcíticos, por vezes brechados, com níveis oolíticos e abundante conteúdo fossilífero, além de intercalações de arenitos, siltitos e folhelhos. A Formação Bocaina possui calcários dolomíticos e calcíticos, por vezes silicificados com níveis oolíticos, intraclastos e raras estruturas estromatolíticas. A Formação Cerradinho é constituído por folhelhos, siltitos, arenitos, arcóseos, calcários, margas e dolomitos. E a Formação Puga apresenta paraconglomerados petromíticos com matriz argilo-sílticoarenosa e cimento calcífero.
As rochas do Grupo Corumbá são suscetíveis à dissolução pelas águas das chuvas, o que possibilitou, na Serra da Bocaina, o desenvolvimento de relevo cárstico, com rios subterrâneos, dolinas, lapiás, cavernas e outras feições típicas deste ambiente. 
O Parque Nacional da Serra da Bodoquena possui também áreas de campos alagados, cerrados, floresta estacional e o maior trecho da Mata Atlântica no MS. Sua fauna inclui principalmente arara azul, vermelha e canindé, gavião real, raposa, lobinho, lobo guará, jaguatirica, suçuarana e onça pintada.
A imagem acima mostra o Rio Salobra visto do mirante no alto da Fazenda Boca da Onça.
(Crédito da imagem: Mari Presrlak - fonte1 - fonte2 - fonte3 - fonte4)

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