"O presente é a chave para o passado"
James Hutton

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4 de junho de 2025

Uma história climática da Terra - Parte 4 - Mesozoico

Por Marco Gonzalez

Lamitos da Formação Sousa, do Cretáceo inferior, encontrados no Vale dos Dinossauros, em Sousa, Pernambuco, Brasil.
Esta formação apresenta gretas de contração de paleoclima semiárido com alternância de estações chuvosas e secas e é marcada por pegadas de Iguanodonte [Medeiros, 2008]. 
(Crédito da imagem: Rocmayer).

Uma história climática da Terra no Mesozoico dá uma visão geral do clima e de suas interações com a geologia e a biologia entre ~252 milhões e ~66 milhões de anos atrás. Esta etapa da existência do nosso planeta durou ~186 milhões de anos, constituindo-se em uma era com clima quente e dominada por animais de grande porte, onde os continentes com seus relevos aplainados foram se aproximando dos contornos atuais.

28 de março de 2025

Uma história climática da Terra - Parte 3 - Paleozoico

Por Marco Gonzalez

Modelo 3D de um Trilobita Hydrocephalus do Cambriano em exposição no Museu Estoniano de História Natural, em Talin, Estônia.
Estes artrópodes marinhos extintos, icônicos do Paleozoico, prosperaram em uma grande variedade de habitats desde a Explosão Cambriana até a extinção em massa do final do Permiano. Em grande escala ecológica, o clima foi provavelmente o mais importante impulsionador de sua evolução devido a diferenças climáticas desde as proximidades dos trópicos até elevadas latitudes, tanto em ambientes de aguas rasas quanto profundas [Fortey, 2014].
(Crédito da imagem: Vladislav Egorov).

Uma história climática da Terra no Paleozoico dá uma visão geral do clima e de suas interações com a geologia e a biologia entre ~539 milhões e ~252 milhões de anos atrás. Esta etapa da existência do nosso planeta durou ~287 milhões de anos, constituindo-se na mais duradora e mais antiga era do éon Fanerozoico.

27 de novembro de 2017

Será?! Uma nova teoria explica a extinção dos dinossauros

Por Zelaznog Ocram


Engarrafamento em "The Entry of the Animals into Noah's Ark" (quadro de 1570 de Jacopo Bassano)

Os dinossauros viveram no nosso planeta na Era Mesozoica e dominaram a Terra por 160 milhões de anos. No final do Cretáceo, há cerca de 65 milhões de anos, essas esquisitas criaturas desapareceram deixando-nos apenas com seus fósseis. 


Se consultássemos nossos corações, constataríamos que a teoria mais consistente e lógica sobre a extinção dos dinossauros é a que afirma que o Grande Dilúvio acabou com eles. 

Teoria do Atraso no Embarque. Esta teoria explica que os dinossauros teriam perdido a hora do embarque na arca de Noé, provavelmente pelo enorme congestionamento que se formou na época. Assim, teriam morrido afogados.

Como há quem não acredite nesses fundamentos e, com o objetivo de cobrir todas as possibilidades, vamos momentaneamente afastar de nós a influência cardíaca, assim como o dilúvio, e apreciar aspectos alternativos. 


Há muitas teorias a respeito da extinção dos dinossauros e, inclusive, uma nova que talvez ponha fim à discussão.

25 de agosto de 2017

Fatos. Extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca) gera polêmica

Por: Marco Gonzalez

Enquanto o Ministério Público Federal no Amapá abre processo para apurar a extinção da reserva, o Palácio do Planalto informa que a extinção não afeta as unidades de conservação da área, que tem proteção integral, ou seja, são áreas onde não é permitida a mineração. A extinção é da Renca e não da proteção ambiental.

O relatório Diagnóstico do Setor Mineral do Estado do Amapá, de 2010, elaborado pelo Ministério de Minas e Energia e pelo Governo do Estado do Amapá, informava que 69% da Renca no Amapá são Unidades de Conservação. Somente 31% da área estaria liberada para a mineração.

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