O primeiro poço de petróleo, aberto em 1859 nos EUA, tinha 21 m. Desde então, a busca por novas fontes deste produto, incentivada pelo preço cada vez mais favorável, fez os poços ultrapassarem os 6.000 m de profundidade, além de a prospecção avançar mar adentro. Como consequência, em todo o Golfo do México, em 1999, a produção de petróleo em águas profundas (mais que 1.000 pés ou 304,8 m de profundidade), que representava 50% do total, passou a 82% do que foi produzido naquela região, em 2016.
No entanto, a tendência de preços crescentes não se manteve. Alterações na política global sobre o clima fez com que os países com reservas de petróleo e gás tenham elevado a urgência em explorá-las antes que seja ultrapassado o limite do valor viável. Neste sentido, Brasil e México, ambos com seus atrativos e potenciais, afrouxaram regras e competem pelo investimento das grandes petroleiras mundiais.
Quais são as características geológicas e de exploração das regiões petrolíferas em águas profundas no Brasil e no México?




