| Por Marco Gonzalez | (Atualização em 30/07/2026) |
Diagrama da escala de tempo geológico
(Crédito: USGS).
Em 1982, os pesquisadores da Universidade de Ohio, o geólogo inglês R. Damian Nance (nascido em 1951) e o geólogo norte-americano Thomas R. Worsley (nascido em ≈1946), propuseram que o protocontinente de Wegener seria apenas um de uma série de supercontinentes. Eles contariam a história geológica da Terra que vem se construindo e se refazendo há bilhões de anos. Essa ideia, conhecida como "ciclo dos supercontinentes", só ganhou força no século XXI [ohioopen_1559, 2014].
Nas últimas décadas, formou-se um amplo consenso estabelecendo que repetidos ciclos de montagem e deriva de supercontinentes ocorreram desde o arqueano tardio, com profundo efeito na evolução da geosfera, da hidrosfera, da atmosfera e da biosfera da Terra [Murphy, 2013].
1. Os ciclos dos supercontinentes
Os supercontinentes apresentam ciclos que constituem um processo sequencial de montagens e derivas ao longo da história geológica da Terra, tendo sido o Pangeia apenas o último deles. Cada um destes ciclos é uma sequência de episódios que incluem construção e junção de crostas continentais (montagem do supercontinente) e rifteamento das mesmas (deriva do supercontinente) [ohioopen_1559, 2014; Green et al, 2018].
Antes que se aceitasse que os continentes se moviam, a teoria dominante era a Teoria Geossinclinal, que tentava explicar a construção das montanhas, sem influência externa lateralmente dirigida, enquanto a Terra se resfriava e encolhia a partir de um estado originalmente fundido [Whitmeyer et al, 2007; notasgeo_se_move, 2018].
Em meados da década de 1950, dados paleomagnéticos já obrigavam, inicialmente, os cientistas europeus a adotar a teoria da deriva continental. No final dos anos 1970 e início dos anos 1980 um novo conjunto de terminologias se desenvolveu baseado na Teoria da Tectônica de Placas.
Na passagem de uma teoria para outra, algumas adaptações foram necessárias, como as zonas de subducção
do cinturão de montanhas dos Apalaches que tiveram alterações de mergulhos de oeste para leste nas publicações científicas [Whitmeyer et al, 2007].
Os atuais modelos de evolução da Terra incorporam a teoria dos sistemas integrados e vêm alterando radicalmente a representação da história tectônica do planeta. Eles concebem a Terra inicialmente sem ou com poucos blocos continentais que foram crescendo com o tempo e que apenas recentemente (em tempo geológico) alcançaram sua configuração atual. Nestes modelos, os movimentos continentais revelam complexidade, incluindo até mesmo movimentos rotacionais [Whitmeyer et al, 2007].
2. O Ciclo de Wilson e os ciclos dos supercontinentes
Estágios do Ciclo de Wilson (exceto o estágio final em Peneplano).
Seis momentos desde a deriva talvez máxima do supercontinente Panótia, o supercontinente anterior, há 500 milhões de anos, até os dias atuais, novamente com a deriva provavelmente máxima do Pangeia.
O ciclo dos supercontinentes desde 3.300 milhões de anos atrás até os dias atuais (Fonte: Algol).
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3. Os principais supercontinentes do passado
Essa atualização do conhecimento científico trouxe profundas consequências apontando para aspectos fundamentais da dinâmica do interior da Terra. Porém é preciso estar ciente de que os dados disponíveis dos tempos anteriores a 1,2 bilhão de anos possibilitam um conhecimento tão escasso que o que parece ter acontecido antes disso deve ser considerado com cautela [Monroe, 2011; Nance e Murpy, 2013].
De forma geral, são aceitos seis principais supercontinentes: Vaalbara, Kenorland, Colúmbia, Rodínia, Panótia e Pangeia.
3.1. Vaalbara
- Montagem: início entre ≈3,5 e ≈3,1 bilhões de anos.
- Deriva: início há ≈2,7 bilhões de anos atrás.
- Cratons associados: os principais seriam Kaapvaal da África Austral e Pilbara da Austrália Ocidental (o nome Vaalbara vem das últimas quatro letras do nome de cada um destes cratons). Provavelmente teria havido ligação do Vaalbara com mais três cratons na Antártida Oriental [Evans e Muxworthy, 2018; tace_vaalbara, 2026].
3.2. Kenorland
- Montagem: início há ≈2,72 bilhões de anos.
- Deriva: início há ≈2,45 bilhões de anos.
- Cratons associados: os princiais seriam Kola, Karelia e Yilgarn [Mikkola et al, 2011; tace_kernoland, 2026].
- Montagem: início há ≈1,8 bilhão de anos.
- Deriva: inicio há ≈1,6 bilhão de anos.
- Cratons associados: seriam os proto-cratons que compunham os antigos Laurentia, Báltica, Escudo Ucraniano, Amazônia, Austrália e, possivelmente, Sibéria, norte da China e Kalahari [Zhao et al, 2004; Bispo-Santos et al, 2012; oldearth_12, 2024; Wang et al, 2025]
3.4. Rodínia
- Montagem: início há ≈1,1 bilhão de anos
- Deriva: inicio há ≈750 milhões de anos.
- Cratons associados: seu núcleo seria formado pelo craton Norte Americano, sendo este cercado por outros cratons [Monroe, 2012; Jones e Skinner, 2023; oldearth_12, 2024]
A Terra teria começado a mudar no período Cryogeniano, com grandes glaciações. Áreas substanciais do Rodínia ficaram cobertas por geleiras em um período de resfriamento global conhecido como "Terra Bola de Neve" (Snowball Earth). Acredita-se que este evento teria como gatilho a deriva do Rodínia, com a formação dos oceanos Pacífico e Iapetus [Monroe, 2012; oldearth_12, 2024].
A fragmentação de Rodínia, com o aumento da atividade vulcânica, teria introduzido no ambiente marinho nutrientes biologicamente ativos provocando durante os períodos subsequentes significativa evolução da vida primitiva [dubner, 2020; oldearth_12, 2024].
O Rodínia, portanto, teria existido antes que a vida colonizasse a Terra. Sem camada de ozônio para protegê-lo, o supercontinente estaria exposto a luz solar ultravioleta, o que impediria que qualquer organismo o habitasse. A partir de então a Terra passaria a se aprontar para ser o lar de variadas formas de vida. [notasgeo_placas, 2018; oldearth_12, 2024].
3.5. Panótia
- Montagem: inicio há ≈650 milhões de anos.
- Deriva: inicio há ≈560 milhões de anos.
- Cratons associados: do Rio da Prata, da África Ocidental, Kalahari, São Francisco e do Congo são alguns. O Panótia tem existência tem sido contestada como uma grande massa de terra ou como uma coleção de continentes próximos, mas não unidos [Scotese, 2009; Nance e Murphy, 2018; Murphy et al, 2020].
O ciclo do Panótia pode ter desencadeado o evento conhecido como Explosão Cambriana. Provavelmente tal explosão emergiu da interação complexa entre mudanças ambientais que desencadearam grandes desenvolvimentos evolutivos. Também contemporâneas ao Panótia (de fontes do neoproterozóico) as primeiras acumulações economicamente importantes de hidrocarbonetos [Scotese, 2009; Fox, 2016].
3.6. Pangeia
- Montagem: início há ≈300 milhões de anos.
- Deriva: inicio há ≈200 milhões de anos.
- Cratons associados: Báltica, Sibéria, Karakum, Tarim e do norte da China [Wang et al, 2018; Dongfang et al, 2021].
O Pangeia teria levado cerca de 50 milhões de anos para completar sua montagem com colisões que deixaram cicatrizes na forma das cadeias montanhosas conhecidas atualmente. Com o fechamento do oceano Iapetus, o Pantalassa teria sido o único oceano que rodeava Pangeia [sciencedaily_pagea, 2008; Monroe, 2011; Monroe, 2012; Monroe, 2013].
A heterogênea fragmentação da Pangeia teria se iniciado com a abertura da parte central do oceano Atlântico e, no início de sua deriva, teriam se formado os continentes Laurásia, ao norte, e Gondwana, ao sul. A Eurásia moderna e a América do Norte se formariam a partir da Laurásia, enquanto África, América do Sul, Índia, Austrália e Antártida se formariam a partir de Gondwana [Bird e Burke, 2006; Monroe, 2013; Stampfli et al, 2013; thepangeamap, 2024; McIntosh, 2026; .
Em algum momento entre 140 e 120 milhões de anos, a América do Norte e a Europa teriam começado a se separar. Da Antártida, separaram-se a África, há ≈150 milhões de anos, a Índia, há ≈132 milhões de anos, e a Austrália, há ≈95 milhões de anos [Monroe, 2013; Krishna e Ismaiel, 2023].
Ciclos dos supercontinentes e eventos correlacionáveis.
As faixas horizontais indicam os períodos onde ocorreram os primeiros registros de cada grupo biológico.
As espessuras das setas à esquerda dos supercontinentes indicam os inícios da montagem e da deriva de cada um.
(Imagem traduzida e adaptada de: SimplisticReps, Nance&Murphy, WorldAtlas, Pedro José Salas Fontelles, Citron, Pixabay, Peter Southwood, Mogana&Ramasamy).
Os indícios da montagem e da deriva dos seis principais supercontinentes mostram algumas coincidências destes eventos com eras glaciais e alguns eventos biológicos evolutivos. Parece haver uma conexão dos supercontinentes com o clima e a vida na Terra. Essa conexão poderia se dar, entre outras coisas, através das flutuações no nível do mar, da atividade tectônica e da sedimentação das plataformas. Estudar a evolução dos supercontinentes é um modo de entender a história da Terra, havendo indícios de que, a cada pulsação da Terra, a população de organismos vivos teria se renovado [Santosh, 2010; Nance e Murphy, 2013; Casipit, 2015; AESD_supercontinents, 2020; Rolf, 2021; Nance, 2022].
Atualmente, os continentes ainda estão em processo de deriva, mas será formado um novo supercontinente?
Atualmente, os continentes ainda estão em processo de deriva, mas será formado um novo supercontinente?
Há 4 teorias que têm o objetivo de determinar o local onde nascerá o próximo supercontinente, levando em consideração o que aconteceu no passado [Choi, 2012; Mitchell et al, 2012; physicsworld, 2012; Sisgoreo, 2012; Murphy e Nance, 2013; Davies et al, 2018; Pastor-Galán, 2018; Wolf e Evans, 2022; Huang et al, 2022; Martin et al, 2023; Wang et al, 2023]. Estas teorias são:
- Introversão: o novo supercontinente se forma com o fechamento de um corpo de água mais jovem e interior;
- Extroversão: o novo supercontinente se forma com o fechamento de um corpo de água mais antigo e exterior;
- Ortoversão: o novo supercontinente se forma em posição ortogonal (a ≈90 graus) em relação ao centro de massa do supercontinente anterior; ou
- o novo supercontinente se forma por meio de uma combinação destas três teorias anteriores.
O novo supercontinente já tem data para nascer. Será nos próximos 200 ou 230 milhões de anos e há 4 candidatos alternativos em cenários diferentes propostos [Scotese, 2003; Mitchell et al., 2012; Duarte et al, 2016; Davies et al, 2018; Heron, 2019; Davies et al, 2020]:
- Pangeia Última, em um cenário de introversão com o fechamento do Oceano Atlântico;
- Novopangeia, em um cenário de extroversão com o fechamento do Oceano Pacífico;
- Amásia, em um cenário de ortoversão com o fechamento do oceano Ártico; e
- Aurica, em um cenário combinado em que dois oceanos se fecham, um por introversão (Atlântico) e outro por extroversão (Pacífico).
5. Mas o que move o que se move?
Em 1968, John Tuzo Wilson declarou que "a Terra, em vez de parecer como uma estátua inerte, é uma coisa móvel, viva" [Kious e Tilling, 2013]. O que a faz ser assim?
Responder esta questão ainda é um problema científico a ser resolvido que envolve algumas hipóteses [Wessel e Müller, 2015].
5.1. Forças relacionadas à dinâmica do manto
A transferência de energia do manto para a litosfera já foi considerada a principal causa dos movimentos das placas tectônicas [newworldencyclopedia, 2026]. São concebidos três tipos de forças deste tipo:
5.2. Forças relacionadas à gravidade
5.3. Forças relacionadas ao movimento de rotação da Terra
Forças resultantes de marés e de fuga dos polos já foram propostas, mas são consideradas insignificantes, além de haver argumentos contrários. As principais são:
6. Reflexões
Assim como a teoria das placas tectônicas tem sido essencial para entender a história geológica da Terra, poderia também ser útil no estudo sobre os tipos de rochas e na compreensão de como e onde elas se formam?
O Ciclo de Wilson poderia fazer uma ponte entre a movimentação das placas tectônicas e o estudo das rochas individualmente? O modelo de como a Terra funciona e evolui teria um correspondente modelo específico para as rochas? Ou seja, existe um ciclo tectônico das rochas?
Assim como os ambientes tectônicos e os continentes evoluem com o tempo (geológico), os tipos de rochas também evoluem? A diversidade e a distribuição das rochas também sofreram alterações com o tempo (geológico)? Faz sentido insistir em um ciclo das rochas independente do ambiente?
Em um planeta dinâmico desde sua origem, não seria de se esperar que as teorias tectônicas atuais influenciassem o tradicional ciclo que estabelece a transformação de uma rocha em outra, impondo o reconhecimento de regimes específicos?
Artigos relacionados:
A Terra pulsante - Parte I: O Ciclo de Wilson
Responder esta questão ainda é um problema científico a ser resolvido que envolve algumas hipóteses [Wessel e Müller, 2015].
5.1. Forças relacionadas à dinâmica do manto
A transferência de energia do manto para a litosfera já foi considerada a principal causa dos movimentos das placas tectônicas [newworldencyclopedia, 2026]. São concebidos três tipos de forças deste tipo:
- Impulso de pluma (plume push): além de quebrar continentes, as plumas do manto seriam capazes de dar impulso ao movimento das placas. Muito tempo após a ruptura, a força impulsora da pluma poderia acelerar ou desacelerar o movimento da placa, dependendo de como esta força se compõe com outras forças atuantes [Wessel e Müller, 2015; Zhang et al, 2018].
- Arrasto basal ou tração de cisalhamento basal (basal drag ou basal shear traction): o atrito das correntes de convecção da astenosfera contra a litosfera mais rígida sobreposta atuaria como uma correia transportadora para as placas tectônicas. Atualmente é um mecanismo que perde importância por ser difícil avaliar a relevância da convecção do manto em relação às demais forças consideradas [Wessel e Müller, 2015; Schellart, 2024].
- Sucção da placa (slab suction): a placa tectônica pesada e em processo de afundamento impulsiona o fluxo do manto. Forças de resistência viscosa (cisalhamento) continuariam a atuar em todas as superfícies da placa à medida que ela vai mergulhando no manto [newworldencyclopedia, 2026; earthguideweb_b3_5, 2026].
Forças relacionadas à dinâmica do manto.
(Imagem traduzida e adptada de: BGS_eathquakes, 2025).
- Deslizamento gravitacional para longe da crista oceânica (gravitational sliding): o movimento da placa seria impulsionado em virtude da maior elevação nas cristas oceânicas conferindo ligeira inclinação à placa. O gradiente de pressão distribuído causado pelo afundamento isostático da litosfera oceânica faria deslizar a placa para longe da crista pois suas porções mais frias, densas e espessas estariam localizadas distantes dessas cristas. Esta força é conhecida também como empurrão da crista (ridge push), porém há quem sustente que isto seria uma incorreção, pois não haveria empurrão e sim deslizamento gravitacional [Rowan et al, 2012; newworldencyclopedia, 2026; Wessel e Müller, 2015]
- Tração da placa (slab pull): o movimento da placa seria impulsionado pelo peso da porção fria e densa que afunda no manto em zona de subducção. A força atuante seria proporcional ao excesso de massa da placa fria em relação à massa do manto mais quente que é deslocado. Paralelamente, este processo induziria a convecção do manto a medida que a placa penetra nele. Atualmente este mecanismo é tido como a principal causa dos movimentos das placas tectônicas, havendo dados que indicam que as placas associadas à zonas de subducção se movem muito mais rapidamente que as demais [Wessel e Müller, 2015; vaia_slab_pull, 2024; BGS_eathquakes, 2025; ].
Forças relacionadas à gravidade.
(Imagem traduzida e adaptada de: BGS_eathquakes, 2025).
5.3. Forças relacionadas ao movimento de rotação da Terra
Forças resultantes de marés e de fuga dos polos já foram propostas, mas são consideradas insignificantes, além de haver argumentos contrários. As principais são:
- Arrasto por marés: movimentos causados pela força gravitacional que a Lua (e o Sol) exerce sobre a crosta da Terra. À medida que a Terra gira para o leste, a gravidade da Lua puxaria levemente a camada da superfície da Terra para o oeste [Carcaterra e Doglioni, 2018; NWE_plate, 2026].
- Tensão de cisalhamento: movimentos caudados pela compressão Norte-Sul relacionada à rotação da Terra e modulações [Riguzzi eet al, 2010; Levin et al, 2017; Schulte, 2025; Burg, 2026]
- Força centrífuga dos polos: movimentos em deriva equatorial causados por força centrífuga dos polos direcionada para o equador (polflucht) [Engelhardt e Engelhardt, 2017; Bilham et Ghobadi-Far, 2025].
- Força de colisão (Collisional Force): a colisão entre continentes desacelera o movimento das placas tectônicas. Esta força, notável através de terremotos e deformações crustais, age ao longo do limite das placas envolvidas. Um exemplo é o choque que formou os Alpes. Ele interrompeu o movimento da placa Africana e, assim, a placa Sul Americana acelerou para o oeste aumentando a subducção da placa de Nazca e, consequentemente, intensificou a formação dos Andes [Silver e Russo, 1996; Weil, 1996; Wessel e Müller, 2015; Li et al, 2022].
6. Reflexões
Assim como a teoria das placas tectônicas tem sido essencial para entender a história geológica da Terra, poderia também ser útil no estudo sobre os tipos de rochas e na compreensão de como e onde elas se formam?
O Ciclo de Wilson poderia fazer uma ponte entre a movimentação das placas tectônicas e o estudo das rochas individualmente? O modelo de como a Terra funciona e evolui teria um correspondente modelo específico para as rochas? Ou seja, existe um ciclo tectônico das rochas?
Assim como os ambientes tectônicos e os continentes evoluem com o tempo (geológico), os tipos de rochas também evoluem? A diversidade e a distribuição das rochas também sofreram alterações com o tempo (geológico)? Faz sentido insistir em um ciclo das rochas independente do ambiente?
Em um planeta dinâmico desde sua origem, não seria de se esperar que as teorias tectônicas atuais influenciassem o tradicional ciclo que estabelece a transformação de uma rocha em outra, impondo o reconhecimento de regimes específicos?
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3 comentários:
Excelente compilação organizada da história evolutiva da dinâmica crosta terrestre. O vídeo, com a representação dinâmica das diferentes etapas de reunião e separação de fragmentos da crosta em distintos ajuntamentos e afastamentos, bordeja a utopia de um videotape testemunho. Requer e merece leitura repetida e refletida com muito mais interesse e atenção que a diagonal que ousei cometer por enquanto.
Texto atualizado, de fácil compreensão e as chamadas às referências deram maior fundamentação e clareza de entendimento.A leitura deve ser realizada com clama e reflexão. Já faz parte do rol de meus textos de trabalho. Perfeito!
Petfeito
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